Recurso para o retiro
A roda
do dinheiro.
Oito perguntas sobre a sua vida com o dinheiro. Você move cada uma e aparece a sua roda. O que se vê não é uma nota: é uma forma.
Quase ninguém tem redonda, e não precisa. O que importa é onde está o afundamento, porque uma só fatia baixa puxa as outras sem que você perceba.
No fim você escolhe uma para subir primeiro. Uma só. As oito de uma vez é a maneira mais certa de não mexer em nenhuma.
É do retiro, não da sessão de todo mês: pede tempo e costuma mexer com alguma coisa, e o retiro é onde o círculo tem com o que sustentar isso.
As oito fatias
De 0 a 10, conforme você sentir hoje. Não há resposta certa e ninguém vai ver.
Por onde eu começo
Tem de depender só de você. «Que o meu parceiro aceite falar do orçamento» não depende de você; «pedir meia hora a ele no domingo» depende.
Eu subo primeiro: —
Esta semana: —
Salvo neste dispositivo
Imprime a roda com o seu nome, a fatia que você escolheu e o que vai fazer. Os controles não saem.
De onde vem
É uma adaptação da roda da vida, que Paul J. Meyer criou nos anos sessenta para o Success Motivation Institute e que depois foi usada em todo lugar. A versão clássica divide a vida inteira em fatias. Esta divide só o dinheiro, com oito eixos tirados do que aparece de novo e de novo nos círculos da MQHD. A regra de não comparar é da MQHD.