Recurso para o seu círculo
A roda das
emoções do dinheiro.
«Mal» não é um sentimento. «Vergonha» é, e leva a um lugar muito diferente de «raiva». A palavra precisa é a que abre a conversa.
Usa-se ao lado da folha dos três eixos, não depois. Começa pelo centro e avança para fora até chegar à palavra exata.
Você pode marcar várias ao mesmo tempo, mesmo que se contradigam: a mesma situação pode dar alívio e culpa, tristeza e esperança. Escreva as duas. A contradição não é ruído: quase sempre é o centro da questão.
Do centro para fora
O centro: oito famílias
Alegria, confiança, medo, surpresa, tristeza, aversão, raiva e antecipação. Quase tudo o que se sente cabe numa das oito.
Os três anéis: a intensidade
Quanto mais para dentro, mais forte. Irritação, raiva e fúria são a mesma família em três graus. Escolher o grau certo muda a conversa.
O anel externo: o dinheiro
Vergonha, culpa, alívio, pudor, ressentimento, gratidão, insuficiência, determinação. São as palavras que aparecem de novo e de novo quando uma mulher fala do dinheiro dela, e nenhuma roda genérica as tem.
Se você não achar a palavra
Comece pela família: isto se parece mais com medo ou com raiva? Depois desça ao grau: é irritação ou é fúria? E no fim olhe o anel de fora: quase sempre há ali uma palavra mais exata do que a de dentro.
Se ao escrevê-la você sentiu um pouco de pudor, chegou.
De onde vem
Os três anéis interiores seguem a roda das emoções de Robert Plutchik (1980). A MQHD desenhou o diagrama do zero seguindo essa estrutura: oito famílias de emoções e três graus de intensidade. O anel externo é da MQHD: são as palavras do dinheiro, tiradas do vocabulário que as participantes já usam na folha dos três eixos.